Monumento ao Expedicionário, Parque Farroupilha, A Redenção

Monumento ao Expedicionário, Parque Farroupilha, A Redenção

O Monumento ao Expedicionário é um monumento histórico da cidade de Porto Alegre, e foi inaugurado em 1953. A ideia para o monumento foi lançada pelo jornal Correio do Povo em 1946, o que gerou um concurso público para a elaboração de um arco do triunfo, onde saiu vencedor o projeto de Antônio Caringi, autor também da Estátua do Laçador, símbolo de Porto Alegre.

Contudo, a escolha dividiu o júri, do qual faziam parte João Fahrion e Tasso Corrêa, que se retiraram inconformados com a quebra do regulamento, uma vez que o projeto de Caringi se desvia do padrão usual de arco do triunfo, com uma abertura central e às vezes mais duas laterais menores, ao passo que o seu possui duas aberturas iguais. Riopardense de Macedo também o criticou como um “grave erro arquitetônico”. Com a polêmica sua construção atrasou, sendo inaugurado apenas em 16 de junho de 1957.

É uma estrutura de granito em forma de arco duplo, com esculturas em relevo representando soldados de diversas armas, e uma estátua em bronze na parte posterior, uma figura feminina alegórica inspirada nas estátuas de Atena, com armadura, a pisar uma serpente, representando, segundo Walter Spalding, a Vitória, ou segundo a imprensa da época, a Bravura. Na frente traz a inscrição “À Força Expedicionária Brasileira – A Pátria agradecida”.

O monumento homenageia os “pracinhas” da Força Expedicionária Brasileira (F.E.B), que lutaram na Segunda Guerra Mundial. Está localizado no Largo General Yeddo J. Blauth, no Parque Farroupilha, em frente ao Colégio Militar, e serve de cenário para cerimônias cívicas e apresentações do Exército em datas comemorativas.

Aos domingos, quando acontece o tradicional Brique da Redenção, o monumento vira palco de espetáculos realizados pelos artistas locais e nacionais.

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