Carne vermelha: Equilíbrio entre o bem e o mal

Carne vermelha: Equilíbrio entre o bem e o mal

A carne bovina é muito conhecida e apreciada por muitos. Ela disponibiliza a maior fonte de proteína, ferro, zinco e vitamina B12. Nenhuma outra carne apresenta as quantidades desses nutrientes, além da carne vermelha. Ela é rica em Ferro Heme, que é absorvida facilmente pelo organismo. O ferro que tem em outros alimentos são chamados ‘não heme’, que só são mais facilmente absorvidos juntamente com a Vitamina C.

É possível obtê-lo sem comer a carne, assim como o zinco, mas não é tão fácil. O consumo moderado de carne pode trazer grandes benefícios. Alguns estudos têm mostrado que a gordura saturada que tem na carne é um ácido esteárico, um tipo de gordura que parece não aumentar tanto o colesterol ruim como as gorduras saturadas contida nos outros alimentos. Além disso, ela contém mioglobulina, que promove transporte de oxigênio pras células musculares, permitindo exercícios mais intensos e atua na sensação do bem estar.

Carne vermelha: Equilíbrio entre o bem e o mal

No entanto, o consumo elevado tem sido associado a um maior risco de doenças coronarianas e câncer de intestino. Assim, para aproveitar seus benefícios, o melhor é ingerir a carne bovina de três a quatro vezes por semana, em pouca quantidade e optar por carnes vermelhas mais magras, como patinho, alcatra, maminha, etc.




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