Medicina Milagrosa (Foto: Google Imagens/Reprodução)

Os 10 Maiores Avanços na Medicina

Os avanços na medicina, a cada dia que passa surgem na área da medicina novos equipamentos, novas descobertas, novos medicamentos e novos tratamentos. Seja por meio de estudos, pesquisas exaustivas ou experimentos, o fato é que estamos sempre encontrando e buscando soluções para os problemas relacionados com a saúde. Um processo contínuo, que jamais terá fim.

Se há 20 anos não existia tratamento para determinado estado clínico, hoje a situação pode ser diferente. Se não havia um medicamento para uma doença vivida por um indivíduo 10 anos atrás, atualmente o mesmo já pode estar disponível para amenizar o sofrimento, contribuir para a recuperação, ou mesmo ajudar na caminhada dura que muitas pessoas enfrentam rumo a cura.



Graças aos avanços tecnológicos, a evolução de aparelhos para realização de exames e tratamentos contínuos para determinados tipos de doenças também caminha a passos largos. Trabalho este que pode ser para aperfeiçoar uma máquina já existente, ou “simplesmente” criar um aparelho totalmente do zero, que será capaz de atender as necessidades de pacientes que até então não tinham direcionamento clínico.

Desde o desenvolvimento de vacinas até a criação de membros artificiais, esta lista mostra alguns dos maiores avanços na medicina. Confira:

I. Vacinação

Vacinação (Foto: Google Imagens/Reprodução)

Vacinação (Foto: Google Imagens/Reprodução)

Os experimentos de Edward Jenner decorreram no início do século XIX, consistia em injetar nos envolvidos (várias crianças, incluindo o seu próprio filho) pus de vacas que sofriam de varíola bovina. As pessoas na época ficaram horrorizadas. No entanto, durante a primeira metade do século XIX, tornou-se aceito que o método de Jenner fornecia proteção contra uma das doenças mais mortais da época.


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Edward Jenner não foi o primeiro a tentar a inoculação. Há evidências de experimentos similares que foram realizados na Índia e China séculos antes.

II. Teoria do germe

Teoria do germe (Foto: Google Imagens/Reprodução)

Teoria do germe (Foto: Google Imagens/Reprodução)

Durante meados do século XIX, Louis Pasteur e outros, realizaram experimentos que demonstraram a existência de organismos patogênicos muito pequenos, incapazes de serem vistos a olho nu. Hospitais começaram então a enfatizar a necessidade das enfermeiras manterem as mãos sempre limpas. Logo depois Joseph Lister introduziu o uso de antissépticos na cirurgia, esterilizações de equipamentos cirúrgicos e de laboratório se tornariam norma.



III. Anestesia

Anestesia (Foto: Google Imagens/Reprodução)

Anestesia (Foto: Google Imagens/Reprodução)

A melhora na limpeza resultou na redução da quantidade de pacientes mortos devido a infecções, porém ainda não havia uma solução para a dor. Na Inglaterra, até a metade do século XIX, as combinações de ervas, álcool, ópio e entorpecentes foram utilizados para aliviar a dor, mas estas substâncias, na maioria das vezes, ou eram muito fracas ou levavam o paciente a óbito por conta de uma overdose. Os gases anestésicos mais bem sucedidos incluíam óxido nitroso (gás hilariante), éter e clorofórmio.

IV. Membros artificiais

Membros artificiais (Foto: Google Imagens/Reprodução)

Membros artificiais (Foto: Google Imagens/Reprodução)

As referências a membros artificiais têm surgido desde os tempos da Grécia Antiga, e a evidência arqueológica mais antiga que sem tem notícia é um dedo do pé artificial bastante horrível do Antigo Egito. Perna de pau e gancho em forma de mãos era uma visão comum nos séculos seguintes.

Com a melhora no alívio da dor em cirurgias de amputação, os cirurgiões tinham melhores condições de preparar ‘tocos’ para os membros artificiais. Nas 1ª e 2ª Guerras Mundiais viu-se uma explosão no número de amputações, e depois de 1945 um grande empenho foi colocado em cima de pesquisas científicas e no desenvolvimento de próteses.

V. Pulmão artificial

Pulmão artificial (Foto: Google Imagens/Reprodução)

Pulmão artificial (Foto: Google Imagens/Reprodução)

Utilizado pela primeira vez em 1927, estas câmaras herméticas se tornaram vitais para ajudar vítimas da poliomielite a respirarem artificialmente. Usando a pressão de ar negativa para expandir o tórax, os pulmões do doente inflavam automaticamente e depois esvaziavam. Muitas vítimas se recuperaram rapidamente, mas algumas ficaram presas nessas caixas pelo resto de suas vidas.



VI. Descoberta da penicilina

Descoberta da penicilina (Foto: Google Imagens/Reprodução)

Descoberta da penicilina (Foto: Google Imagens/Reprodução)

Em 1928, o famoso Alexander Fleming descobriu que esporos de mofo, que haviam acidentalmente pousado em um recipiente que continha a cultura de Staphylococcus, tinham inibido o crescimento das bactérias. Outras experiências mostraram a Fleming que este mofo (penicilina) poderia matar uma série de bactérias causadoras de doenças. Em 1945, uma equipe de cientistas de Oxford desenvolveu um método de produção em massa e permitiu que a nova droga começasse a ser utilizada para tratar feridas infectadas, sífilis, epidemias e pneumonia. Por conta disso, Fleming, Chain e Heatley receberam o Prêmio Nobel de Medicina.

VII. Transfusão e doação de sangue

Transfusão e doação de sangue (Foto: Google Imagens/Reprodução)

Transfusão e doação de sangue (Foto: Google Imagens/Reprodução)

O Método de transfusão foi desenvolvido na Segunda Guerra Mundial, e ajudou a salvar muitas vidas. Depois a prática foi estendida para a população civil e, como resultado, a necessidade de estoques de sangue começou a crescer.

VIII. Mortes causadas pelo cigarro

Mortes causadas pelo cigarro (Foto: Google Imagens/Reprodução)

Mortes causadas pelo cigarro (Foto: Google Imagens/Reprodução)

Em 1957, o Conselho de Pesquisa Médica fez sua primeira declaração afirmando que o cigarro é um dos principais causadores do câncer de pulmão. Isso gerou um conflito de interesses imediato entre órgãos de saúde, empresas e governo.

IX. Cirurgia do coração

Cirurgia do coração (Foto: Google Imagens/Reprodução)

Cirurgia do coração (Foto: Google Imagens/Reprodução)

A necessidade de remover estilhaços de corações de vítimas da Segunda Guerra Mundial ajudou a impulsionar o desenvolvimento da cirurgia do coração. Os dois problemas principais eram evitar que os pacientes sangrassem até a morte, e fornecer aos cirurgiões tempo suficiente para realizar operações delicadas. O desenvolvimento de técnicas de arrefecimento hipotérmico ajudou a diminuir consideravelmente a frequência cardíaca dos pacientes, dando aos cirurgiões mais tempo para trabalhar. No entanto, isto ainda não dava tempo suficiente para realizar operações mais complicadas.



Em 1958, a máquina de circulação cardiopulmonar foi capaz de assumir a função do coração, fornecendo aos cirurgiões muito mais tempo e aos pacientes todo o oxigênio de que precisavam. O desenvolvimento posterior de uma injeção que parava o coração ajudou ainda mais.

X. Operações de olho

Operações de olho (Foto: Google Imagens/Reprodução)

Operações de olho (Foto: Google Imagens/Reprodução)

Estas operações complexas permitem restaurar a visão de pacientes com a ajuda dos órgãos de pessoas que já foram incapacitadas por condições congênitas, acidente ou doença.




1 comentário

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  1. Raquel Queiroz

    Acho que as descobertas e os novos caminhos para os tratamentos vão surgindo naturalmente graças aos estudos, análises e experimentos. Além disso, os medicamentos que antes eram vendidos de forma desenfreada (como os antibióticos) agora têm venda controlada. Mudanças que visam melhorar a capacidade do indivíduo de se recuperar.


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