Top 10 Momentos Olímpicos

Top 10 Momentos Olímpicos

Honestamente, existe algum outro evento esportivo mais espetacular ou grande quanto as Olimpíadas? Como qualquer outro assunto, acho que esta questão é discutível, especialmente se levarmos em consideração o gosto pessoal. No entanto, é tão divertido e emocionante como uma Copa do Mundo é, por exemplo, e acredito que as duas semanas de competição esportiva, que reúne os melhores atletas do mundo todo, é um exemplo claro de que é possível sim, que diferentes nações, com costumes e crenças diferentes podem conviver em harmonia, respeitando uns aos outros.

Basta refletir sobre o alcance do que estamos falando aqui – quase 11.000 atletas de mais de 200 países competindo em mais de 300 eventos. E na maioria das vezes, tudo isso é feito sem violência ou animosidade. Ao assistir o desfile das nações durante a Cerimônia de Abertura – com certeza você sentirá uma sensação de orgulho, não apenas com o desfile do seu próprio país, mas também com a imponente exibição com que vem todas as demais nações. Sim, a Olimpíada oferece atividades esportivas competitivas, mas a verdadeira essência dos jogos são as histórias interessantes que exemplificam o espírito de resistência humana.

Com os Jogos Olímpicos de Londres em andamento, este parece ser um momento perfeito para refletir sobre os melhores momentos, esses que refletem de forma clara e perfeita o verdadeiro espírito olímpico.

10. Medalhas de ouro do nadador Ian Thorpe redimem Austrália

Medalhas de ouro do nadador Ian Thorpe redimem Austrália

Medalhas de ouro do nadador Ian Thorpe redimem Austrália

Geralmente, o país anfitrião de uma Olimpíada faz bonito – ou pelo menos consegue se sair melhor do que o normal (em termos de contagem de medalhas / performance durante os Jogos). Este não era o caso, pelo menos inicialmente, para a Austrália nos Jogos de Sydney 2000. De fato, até o desempenho de Thorpe, a Austrália estava simplesmente fora da contagem de medalhas.

Leia Também:

☞ Montanhas mais Altas do Mundo

☞ Top 5 Sinais e Sintomas de um Ataque Cardíaco

☞ As 5 Maiores Mentiras que a Indústria de Alimentos Conta

☞ Top 5 Alimentos para Cabelos Saudáveis

☞ 10 Melhores Alimentos para Eliminar Gordura do Corpo

Uma vergonha nacional estava sendo estampada em todos os noticiários. O cenário era perfeito, todo o orgulho nacional da Austrália havia sido colocado sobre os ombros de um fenômeno da natação de apenas dezoito anos. Thorpe era esperado para representar bem o seu país na piscina. Mas com a crescente pressão, um “refugo” não teria sido surpreendente. Afinal, toda uma nação havia depositando suas esperanças olímpicas em um jovem e promissor nadador.

Thorpe, no entanto, desmentindo sua tenra idade, se apresentou à altura do desafio. O Torpedo Australiano lançou-se na água, e deixou seus adversários “a ver navios”. Ele levou a medalha de ouro e quebrou o recorde mundial dos 400 metros livres, ainda conquistou mais duas medalhas de ouro no 4×200 livre e revezamento 4×400 livre (também conquistou duas medalhas de prata). A Austrália acabou se saindo bem em outras modalidades. O espírito olímpico é muito mais alimentado de esperança e inspiração, do que do triunfo competitivo.


9. O desempenho de Eric “A Enguia” Moussambani

O desempenho de Eric "A Enguia" Moussambani

O desempenho de Eric “A Enguia” Moussambani

Quase todos os Jogos Olímpicos tem uma história interessante sobre alguns atletas de países pouco conhecidos. Este foi o caso dos jogos de Sydney em 2000, na Austrália. As provas de natação estão entre as competições mais populares. Normalmente, esses eventos são dominados pelas potências olímpicas Austrália, Estados Unidos e China – isso praticamente exclui nações pequenas.

Uma mudança no livro de regras dos Jogos Olímpicos tentou amenizar este problema. Foram adicionados “curingas” para o sorteio de qualificação da competição. Esta novidade preparou o palco para Eric Moussambi da Guiné Equatorial, nos 100 metros livre, era a chance de brilhar. Esta foi uma situação única, porque Moussambi, atleta de vinte e dois anos, só tinha aprendido a nadar cerca de oito meses antes dos Jogos. Ele nunca tinha sequer nadado uma prova mais longa do que os 50 metros, antes da sua chegada em Sydney. No entanto, ali estava ele, no maior palco do esporte.

Naturalmente, para o homem que se tornaria conhecido como “A Enguia” não havia grandes expectativas. Mas o destino havia reservado algo para ele neste dia. Na qualificação, Eric tinha apenas dois adversários, e ambos conseguiram ser desclassificados por queimarem a largada. Moussambani foi de fato para piscina “apenas” na grande final. Quando entrou na água se viu apoiado pelos 17.000 fãs e espectadores que estavam presentes. “A Enguia” realmente não era um bom nadador, e precisou de quase dois minutos para terminar a prova (o mais lento tempo na história olímpica). Uma vitória pessoal, confirmada pelos aplausos da multidão, do reconhecimento do seu país, e de todos aqueles que gostam de ver um azarão ter um dia de glória. O espírito olímpico não é só sobre quem é o mais rápido ou o mais forte, mas sim quem tem o coração mais preparado para realizar o desafio.


8. Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de 2008 na China

Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de 2008 na China

Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de 2008 na China

Havia um monte de dúvidas sobre o fato da China sediar uma Olimpíada. Desde a capacidade de sua infra-estrutura para suportar um evento tão grande, até questões sobre os direitos humanos na China. Muitos críticos questionavam a capacidade da nação, e todos eles já apontavam para um desastre.

A realidade não foi nada parecida com a prevista pelos críticos. Na verdade, foi uma das melhores Olimpíadas da história recente. O sucesso dos Jogos começou, na cerimônia de abertura mais espetacular e memorável da história dos Jogos Olímpicos. De modo geral, cerimônias olímpicas só valem a pena assistir para acompanhar o desfile das nações no final. O resto é geralmente um tributo muito longo a glória olímpica, que é feito de tal forma a destacar a cultura, tradições e história do país anfitrião.

Bem, a China fez a mesma coisa – só o fez de uma maneira tão convincente, que fez com que as pessoas realmente sentissem vontade de assistir a cerimônia do início até o fim. Tudo que fez parte da abertura não era nada menos que espetacular. O evento foi levado a um nível jamais visto em uma cerimônia de abertura, e elegantemente mostrou a riqueza da cultura chinesa (que é completamente diferente da atual política chinesa).

As pessoas ainda estão falando sobre essa cerimônia, e se Londres foi capaz de superar este majestoso evento. A verdade por trás disso é que os chineses elevaram as Olimpíadas a um patamar praticamente inalcançável, que dificilmente sedes futuras conseguirão alcançar ou superar.


7. Softball japonês ganha o ouro em cima da poderosa equipe dos EUA

Softball japonês ganha o ouro em cima dos EUA

Softball japonês ganha o ouro em cima dos EUA

As atletas tiveram que lutar para ganhar o seu lugar nas Olimpíadas. Na primeira Olimpíada moderna em 1896, as mulheres não foram autorizadas a participar em todas as modalidades. Houve uma constante progressão desde 1900 (os primeiros Jogos Olímpicos a incluir a participação feminina) no quesito adição de modalidades para as mulheres. Era, portanto, um momento triste para os Jogos, quando o Comitê Olímpico Internacional decidiu retirar o Softball das Olimpíadas após 2008. O Softball está rapidamente se tornando um esporte popular, e sua exclusão dos Jogos Olímpicos foi de certa forma uma surpresa.

Este cenário preocupante tornava ainda mais dramática a disputa pela última medalha de ouro da modalidade nas Olimpíadas de 2008, em Pequim, na China. O jogo era entre Japão e Estados Unidos. Os Estados Unidos dominavam o Softball feminino, vinham de três ouros consecutivos conquistados em olimpíadas anteriores. As japonesas por sua vez não se intimidaram, e como resultado saíram com uma incrível vitória por 3×1 de virada.

Mas o que realmente marcou aconteceu depois do jogo. As japonesas, americanas e australianas (que ficaram com a medalha de bronze) se reuniram e, usando softballs, “escreveram”  “2016” no centro do campo. Esta foi uma forma simbólica de protesto contra o Comitê Olímpico Internacional que decidiu retirar o Softball do principal evento esportivo do mundo, e outro exemplo da solidariedade que é exemplificado no espírito olímpico.


6. Mary Peters Ganha ouro para a Irlanda

Mary Peters Ganha ouro para a Irlanda

Mary Peters Ganha ouro para a Irlanda

O nome de Mary Peters pode não ser conhecido por muitas pessoas, mas a história dela se encaixa bem nesta lista. Mary Peters representou a Irlanda do Norte nos Jogos Olímpicos de 1972 em Munique, Alemanha. Seu incrível desempenho no Pentatlo foi coroado com uma medalha de ouro, além disso conquistou merecidamente o status de uma das melhores atletas do mundo naquele ano.

Mas sua vitória foi muito mais do que isso – para ela e as pessoas que ela representava. O tempo como uma das melhores atletas do mundo coincidiu com estranhos acontecimentos em sua terra natal. Os problemas já se alastravam há 3 anos, e Belfast, sua cidade natal, precisava de algo – alguém – para animar, para se sentir bem. Peters declarou a si mesma que ela tinha que ganhar o ouro, e que “alguma coisa boa tinha que acontecer para a nossa cidade.”

É interessante notar que Peters foi acusada de ser uma protestante, e recebeu uma ameaça de morte por isso em meio ao fervor católico vs. protestante que agitava sua cidade. Mesmo com tudo isso, Peters levou para casa a medalha de ouro, e viajou à cidade de Belfast para que todos pudessem ver a sua conquista. Mais uma vez, o triunfo e o espírito olímpico cessaram, pelo menos por um momento, a divisão de diferentes crenças e ideologia violenta, proporcionando no seu lugar alegria e inspiração.


5. Abebe Bikila ganha Maratona com os pés descalços

Abebe Bikila ganha Maratona com os pés descalços

Abebe Bikila ganha Maratona com os pés descalços

Se você estiver pelo menos um pouco familiarizado com qualquer tipo de competição de corrida de longa distância, então você está ciente de que os africanos (etíopes e quenianos) estão entre os melhores corredores de longa distância do mundo. Os atletas do continente africano têm dominado o cenário da corrida de longa distância – em todos os níveis e eventos que aparecem – já por algum tempo.

Isso, no entanto, não foi sempre assim. Estereótipos raciais e exclusão de negros nos esportes impossibilitaram durante um tempo que atletas de cor conseguissem resultados expressivos (de qualquer nação, com algumas exceções). Abebe Bikila era um desses atletas que começariam a mudar essa realidade. Em participar nos Jogos Olímpicos de 1960 em Roma, onde Bikila representou a Etiópia. Havia dois fatores proeminentes que permitiram que os outros concorrentes da maratona não vissem Bikila como uma séria ameaça – uma era que ele era um negro africano (não havia vencido um evento de longa distância anteriormente), e o outro era por ele não estar usando sapatos.

A ideia de concluir uma maratona sem usar calçados é bastante inconcebível. É importante ressaltar que Bikila poderia ter usado sapatos. No entanto, ele não encontrou nenhum tênis confortável o suficiente para ele, e depois de tentar vários pares diferentes, ele decidiu que participaria da prova da mesma maneira que vinha treinando – descalço. Naturalmente, ele foi o alvo de alguns olhares desconfiados, e provavelmente de muitas piadas. Mas isso pouco importou quando o tiro de partida foi dado, pois só o que os adversários de Bikila conseguiam ver era a sola de seus pés.

O resto, como dizem, é história. O espírito olímpico, incorporado em muitos dos atletas participantes, transcende as imagens limitantes que muitas vezes não dão a dimensão do verdadeiro sacrifício.


4. Lesionado, o velocista Derek Redmond é ajudado por seu pai

Lesionado, o velocista Derek Redmond é ajudado por seu pai

Lesionado, o velocista Derek Redmond é ajudado por seu pai

Participar da Olimpíada é muitas vezes o coroamento da carreira de um atleta. Uma vida inteira de treinos e competições, para muitos desses concorrentes, culmina com a oportunidade de competir com os melhores do mundo no palco olímpico. Por isso, é trágico e comovente, ver um atleta lesionado no meio de seu sonho.

Tal foi o caso do velocista britânico Derek Redmond nos Jogos Olímpicos de 1992 em Barcelona, Espanha. Redmond era um velocista da elite mundial, tendo conquistado o ouro como membro do revezamento 4×400 metros da Grã-Bretanha no Campeonato Mundial do ano anterior. Em Barcelona, Redmond tinha se classificado para as semi-finais dos 400 metros. Uma conquista esperada, pois Redmond havia prometido que chegaria a este ponto após se recuperar da lesão no seu tendão de aquiles, que aconteceu nos últimos jogos de 1988.

Redmond havia trabalhado muito e bem para se recuperar das suas lesões. Novamente lá estava ele, posicionado e pronto para realizar seu sonho e, no meio da corrida, o tendão se rompe outra vez. A decepção, por certo, era muito maior do que a dor. Ainda assim, Redmond – a dor física e emocional que ele estava experimentando ficou evidente em seu rosto – lutava para permanecer em pé e, pelo menos, terminar a corrida. O pai de Redmond, que estava nas arquibancadas, pressentia o pior, e correu para a pista para ajudar seu filho. Neste momento o mundo assistiu uma das cenas mais marcantes da história das Olimpíadas. O Pai de Redmond abraçou seu filho e ajudou-o a percorrer o restante da pista e cruzar a linha de chegada.

Redmond foi posteriormente desclassificado (as regras estipulam que não é permitido nenhum tipo de ajuda durante uma corrida), mas isso não importa realmente. O que era o amor de um pai para com seu filho, a exibição clara do espírito olímpico, da determinação e vontade de terminar o que tinha começado. Redmond não conquistou o ouro, mas saiu de Barcelona admirado por todos que presenciaram este momento histórico.


3. George Eyser ganha seis medalhas, com uma perna de madeira

George Eyser ganha seis medalhas, com uma perna de madeira

George Eyser ganha seis medalhas, com uma perna de madeira

Hoje, estamos todos conscientes de que os Jogos Paraolímpicos foram estabelecidos para permitir que os atletas deficientes tenham a oportunidade de competir a nível internacional. Sr. Eyser, no entanto, conseguiu a façanha no campo de competição “padrão” nos Jogos Olímpicos de 1904 em St. Louis, Missouri. Sem o benefício da prótese moderna, Sr. Eysner competiu com uma perna artificial esquerda de madeira e como ginasta.

Eysner teve a infelicidade de perder a perna depois de ser atropelado por um trem quando criança. Este obstáculo, no entanto, não impediu o seu sonho olímpico. Ele conseguiu levar o ouro na subida de corda (isso mesmo), nas barras paralelas e “competições abóbada”. Mas isso não é tudo, ele também ficou com a prata em uma modalidade chamada “combinado”, uma também no cavalo com alças, e uma medalha de bronze nas barras horizontais.

Na verdade, essa contagem de medalhas (6 no total) faz de Eyser um dos mais talentosos atletas olímpicos da história – com perna artificial ou de qualquer outra forma. Determinação para competir contra todas as probabilidades – o indomável espírito olímpico é uma inspiração para todos nós.


2. Nadia Comaneci e o 10 perfeito

Nadia Comaneci e o 10 perfeito

Nadia Comaneci e o 10 perfeito

Nadia Comaneci conquistou os corações do mundo durante uma noite espetacular nos Jogos Olímpicos de 1976 em Montreal, Canadá. Esta jovem realizou uma proeza inacreditável – e com 14 anos de idade. Até o momento em que Comaneci entrou para executar sua rotina nas barras assimétricas, nenhum ginasta jamais havia conseguido um 10 perfeito. Na verdade, era tão impossível realizar tal feito, que os placares da época não foram construídos para ser capaz de exibir essa pontuação.

Nadia foi uma bênção para a indústria de placares de ginástica – não só por ela marcar o primeiro 10 nas barras assimétricas, mas principalmente por que ela recebeu mais seis notas 10. A romena precoce saiu com uma coleção de medalhas olímpicas – 3 medalhas de ouro, uma medalha de bronze e uma de prata para completar seu conjunto – e, claro, o coração do mundo inteiro.

Nadia viria a se tornar uma embaixadora popular para o seu esporte, e continua a ser uma referência da grandeza olímpica. Sua façanha é ainda imensamente comentada nos círculos de conversas entre ginastas. O espírito olímpico pode inspirar o menor de nós para alcançar o impossível.


1. Quatro medalhas de ouro de Jesse Owens

Quatro medalhas de ouro de Jesse Owens

Quatro medalhas de ouro de Jesse Owens

Nos Jogos de Berlim de 1936, Jesse Owens completou um feito que não seria repetido até os Jogos de 1984 por Carl Lewis. Ou seja, Owens saiu com quatro medalhas de ouro – Uma nos 100 metros, uma nos 200 metros, outra no revezamento 4×100 metros e a última no salto em distância.

Essa façanha é respeitada não só pelo notável desempenho atlético, mas pelas circunstâncias que envolveram a realização de Owens, que é tão atraente. Owens enfrentou obstáculos quase intransponíveis simplesmente por estar na equipe dos EUA como um americano africano. A natureza vergonhosa de segregação racial nos Estados Unidos durante este período foi uma manilha de contenção que foi difícil de superar. Além disso, Adolf Hitler estava determinado a preparar o palco para mostrar a superioridade da raça ariana e do seu regime nazista nesses jogos.

Nem a América, nem Hitler estavam preparados para ver o desempenho que Owens exibiu. No curso de um punhado de raças, Owens mostrou ao mundo que os estereótipos raciais, que assim exemplificadas a consciência padrão de tantos era pura falácia. No cenário mundial, um homem negro norte-americano foi o melhor do mundo. Owens foi capaz de capturar os corações até do povo alemão, que incentivaram-o para a vitória. Hitler pode não ter gostado muito, mas mais uma vez o espírito olímpico prevaleceu, superando mais uma vez os obstáculos infantis e pífios criados pelo homem.


» Gostou deste conteúdo? Então não se esqueça de ajudar a divulga-lo e compartilha-lo nas redes sociais – através dos botões abaixo – com seus amigos, conhecidos, familiares… Pois desta forma você estará nos incentivando a produzir e buscar cada vez mais conteúdos interessantes, e contribuindo para que outras pessoas conheçam o nosso trabalho.

Este botão ❤ (coração) serve para ajudar a ranquear os posts – dentro do próprio site. Ao clicar sobre ele você ajudará a indicar para os futuros leitores e visitantes quais conteúdos são mais interessantes.

✎ Não esqueça também de deixar um comentário sobre o post, seja ele uma crítica, sugestão ou elogio. Consideramos a opinião do leitor extremamente importante, por isso levamos em consideração todo e qualquer comentário feito sobre o conteúdo.




Não há comentários

Adicione o seu