As 5 Maiores Mentiras que a Indústria de Alimentos Conta

As 5 Maiores Mentiras que a Indústria de Alimentos Conta

O setor de alimentos e bebidas é, sem nenhuma dúvida, um dos maiores do planeta, e está crescendo de tamanho a cada ano. Do mesmo modo, nossas cinturas estão aumentando – a um ritmo alarmante. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a obesidade em todo o mundo dobrou desde 1980. Em 2011, mais de 40 milhões de crianças menores de 5 anos foram classificadas como acima do peso.

O aumento maciço da obesidade tem sido atribuído a uma diminuição global na atividade física e da popularidade do fast food e junk food. No entanto, pessoas que tentam ativamente fazer escolhas saudáveis​​, muitas vezes, também acabam tendo um ganho de peso, e de acordo com nutricionistas, o consumidor tem que ser extremamente cauteloso.

Nos últimos anos, muitos consumidores tomaram ciência de certos truques que a indústria de alimentos usa para esconder ingredientes pouco saudáveis.

O constante crescimento da indústria de alimentos tem resultado em um aumento na demanda por produtos de origem animal, o que levou a preocupações sobre a forma como o gado é tratado, e como produtos derivados de carne são originados e distribuídos. Tais preocupações levaram a um crescente número de pessoas que adotam um estilo de vida vegetariano. De acordo com uma pesquisa feita pelo Instituto Harris Interactive, o número de jovens vegetarianos só nos Estados Unidos aumentou 70% na última década.

A polêmica em torno da indústria de alimentos é grande, complicada e muitas vezes vem sob escrutínio. A comida é uma parte essencial de nossa existência, por isso é importante tomar muito cuidado com a sua dieta, para se certificar de que ela é saudável e ética. Dê uma olhada na lista abaixo para saber as 5 maiores mentiras que a indústria de alimentos conta, e depois nos diga se você foi vítima de alguma delas.

5. Produção de frangos em liberdade

Produção de frangos em liberdade

Produção de frangos em liberdade

Organizações como a PETA têm feito campanha há anos para afastar as pessoas do que eles se referem como “a mentira da criação em liberdade”. Muitas pessoas estão preocupadas com o tratamento dos animais na indústria de alimentos, um ponto que é muitas vezes ilustrado por imagens horríveis dos locais apertados e das condições de fábrica em que as galinhas são habitualmente alojadas.

Não deve ser novidade para você que as galinhas que são criadas em granjas geralmente vivem vidas terríveis. Muitas são mantidas em espaços sujos, apertados ou em gaiolas, o que causa doenças e feridas corporais por um longo período de tempo.

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Elas recebem injeções de hormônios, passam pela debicagem e são maltratadas. Isto se tornou cada vez mais preocupante para os consumidores nos últimos anos, mas os produtores se agarraram a esta farsa. Eles descobriram que muitas pessoas pagariam mais pelos ovos que elas acreditam que foram produzidos em um ambiente melhor e, assim, os rótulos “criados em liberdade” e “livres de gaiolas” nasceram. No entanto, esses rótulos são extremamente mentirosos. Galinhas “livres de gaiolas” não são mantidas em gaiolas, mas muitas vezes vivem em abrigos úmidos, lotados. Galinhas “criadas em liberdade” ainda são abatidas de forma cruel, quando envelhecem, e algumas vezes nem sequer são livres de verdade. Os consumidores também parecem esquecer que apenas galinhas (fêmeas) põem ovos. Os pintos machos de muitas dessas fazendas são mortos momentos após o nascimento, pois eles são inúteis para o mercado de ovos.


4. Informações nutricionais

Informações nutricionais

Informações nutricionais

Em um esforço para tornar os alimentos mais atraentes para os consumidores que estão preocupados com o tamanho de suas cinturas, muitos fornecedores de alimentos começaram a passar informações enganosas sobre a quantidade de calorias e teor de gordura de seus produtos. De acordo com a Associação Americana do Coração, os adultos norte-americanos consomem uma média de 300 calorias a mais por dia do que a mesma faixa etária consumia em 1985. Isto se dá principalmente devido a porções desproporcionais, e ao fato de que mais do que nunca pessoas estão comendo fora. Muitas vezes, restaurantes e redes de fast food não oferecem informação nutricional, e se o fazem, elas acabam sendo manipuladas e modificadas para valores menores e fora da realidade.

A definição do tamanho da porção frequentemente se confunde com a quantidade de porções servidas, mas as duas são muito diferentes. O tamanho da porção refere-se a quanto você realmente come, ao tamanho da refeição consumida. Porção servida é a quantidade recomendada que você deve comer, com base nos valores nutricionais do alimento.

Por exemplo, uma porção servida de Doritos equivale a 11 batatas fritas; na realidade, uma pessoa de tamanho médio consumirá muito mais que estas 11 batatinhas de Doritos. Barras de chocolate de tamanho grande costumam usar esse mesmo truque, exibindo apenas as calorias referentes à metade da barra ao invés do valor da barra inteira.


3. Os verdadeiros ingredientes

Os verdadeiros ingredientes

Os verdadeiros ingredientes

Em uma sociedade cada vez mais preocupada com a saúde, os alimentos que destacam nas embalagens palavras do tipo ‘real’ e ‘natural’ para se referirem aos ingredientes são cada vez mais populares entre os consumidores, mesmo custando quase três vezes mais. No entanto, muitas vezes, esses rótulos não passam de enganação, assim como os produtos que nem sempre são tão saudáveis como os fabricantes alegam.

A palavra “natural” é muitas vezes escolhida pelo sentimento que ela evoca: o consumidor imagina um produto que contenha ingredientes frescos. Por exemplo, batatas fritas “naturais” podem realmente conter batatas naturais, mas elas ainda são cobertas de óleo e fritas, assim como todas as outras batatas fritas, o que não as torna mais saudável. “Real” é outra palavra popular, muitas vezes utilizada por empresas de suco.

O rótulo das embalagens de suco normalmente vem com a seguinte descrição: “feito com 100% de suco de fruta real”. No entanto, esta expressão não leva em conta tudo o que está contido na garrafa; se você verificar a lista de ingredientes, apenas 50% da bebida pode ser feita de suco de fruta ‘real’, com os outros 50% sendo açúcar e aditivos. “Livre de gordura” é muitas vezes usado de forma enganosa, também. A gordura é um ingrediente natural em diversos produtos e, em muitos casos, a gordura é o que dá sabor ao alimento. Biscoitos “livres de gordura” podem até, muitas vezes, serem realmente livres de gordura, mas como então eles têm um gosto tão bom? O fato é que eles são carregados com açúcar para tornar o seu sabor mais agradável, e é este açúcar em excesso que vai ajudar você a expandir sua cintura.


2. O mistério da carne

O mistério da carne

O mistério da carne

Em 2013, um escândalo enorme eclodiu em toda a Europa e se tornou amplamente conhecido como o Escândalo da Adulteração de Carne. Tudo começou quando vários produtos derivados de carne vendidos em supermercado, como rissóis de hambúrguer congelados, revelaram conter carne de cavalo em vez de carne bovina.

Embora a carne de cavalo seja boa para comer e popular em muitos países, no Reino Unido e na República da Irlanda o cavalo é tratado como uma ferramenta de trabalho, por isso o consumo de carne de cavalo não é visto com bons olhos por grande parte da população. O escândalo levou muitos a se preocuparem com a indústria de carnes e de como muitos dos produtos presentes nas prateleiras são produzidos.

O aumento dos custos da carne foi apontado como a causa do escândalo. Em uma tentativa de economizar dinheiro, os produtores de alimentos começaram a comprar carne de origem questionável da Europa Oriental.

Os custos crescentes no preço da carne são devido a um aumento do consumo mundial do produto, aliado ao custo da criação e alimentação do gado. Os consumidores ficaram indignados e boicotaram muitos produtos, porém o escândalo ainda continua sendo investigado. Embora as carnes erroneamente sejam rotuladas como não prejudiciais, esta questão destaca a importância do direito do consumidor saber exatamente o que está comendo.


1. 5 vezes ao dia

5 vezes ao dia

5 vezes ao dia

5 vezes ao dia é uma das frases mais conhecidas do mundo. 5 vezes ao dia tem sido o mantra de pessoas que gostam de comer de forma saudável, mas o que muitas pessoas não sabem é que 5 vezes ao dia é apenas um slogan, nada mais. 5 vezes ao dia deriva do plano “comer 5 vezes ao dia para melhorar a saúde”, criado na Califórnia em 1991 pelo Instituto Nacional do Câncer. O plano foi iniciado para incentivar as pessoas a comer cinco porções de frutas e vegetais por dia, a fim de prevenir o câncer. No entanto, após 30 anos de pesquisa, não houve efeito protetor que pudesse ser provado.

O slogan 5 vezes ao dia pegou, no entanto, e muitas pessoas agora seguem isso como um plano de dieta. O fato é que 5 vezes ao dia não é baseado em qualquer fato científico e não há um número definido de frutas e legumes que você deve comer para se manter saudável. Enquanto frutas e legumes são muito bons para você, é errado acreditar que 5 vezes ao dia é a orientação nutricional; é um slogan de marketing. Na verdade, a maioria dos especialistas concordam que alimentos 5 vezes ao dia não são o suficiente, e que os seres humanos devem tentar o seu melhor para comer frutas e vegetais tanto quanto possível, e que o “limite diário” de 5 porções é um equívoco. Mas em um mundo onde a obesidade se tornou uma epidemia global, conseguir fazer uma alimentação saudável pelo menos 1 vez no dia está se tornando um desafio.


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7 comentários

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  1. André Goulart Ribeiro

    Cara! Você sabe o que é “Maria-vai-com-as-outras”? É tú cara! Você neste teu artigozinho chupado e deturpado com enxertos distorcidos, acabou com a moral de vários “Lineus” da vida real.

    Lineu é personagem do Marco Nanini da séria global “A Grande Família”, médico veterinário que trabalha como fiscal da saúde pública!

    Veja meu caro, existem leis! Existem regulamentos! E sobretudo existem fiscais da saúde pública (SIF – Serviço de Inspeção Federal) sedentos de sangue! Louquinho para dar um flagrante! E quando dão um flagrante, eles praticamente destroçam qualquer indústria ou empresa de alimentos que eles pegarem!

    Existem fiscais permanentemente nos abatedouros de animais, fiscalizando a saúde e a higiene tanto do abate quanto do animal a ser abatido. As granjas tem que seguir um rigoroso protocolo de criação e abate.

    Então antes de bancar o sabido, vai estudar um pouco e para de falar bobagem. Por que se você não sabe temos que estudar para cuidar da saúde pública.

    • Ivo

      Você estuda em faculdades que só servem para produzir mão de obra que vai trabalhar na indústria de alimentos. São estas indústrias que fornecem os professores, fazem as pesquisas para JUSTIFICAR o uso de produtos que na verdade não fazem bem a saúde e que mantém os órgãos de fiscalização. Se não rezar na cartilha da indústria, está fora do mercado.

  2. Márcio

    Só não concordei muito com a parte dos hormônios. Sei que algumas vezes são utilizados antibióticos para tratamentos de algumas doenças, mas esses frangos ficam isolados até estarem totalmente recuperados.

  3. Cibele

    Aff… Parei de ler no “INJEÇÃO DE HORMÔNIOS”… Você poderia ao menos ter pesquisado mais antes de escrever o post. Não sei quem foi o imbecil que começou com essa história de hormônios em frangos, mas tudo isso é um absurdo.

  4. Analfabeto

    De qual website vegan você tirou este artigo? Você compele ou lê o que posta? Você deveria se dar ao luxo de procurar fontes seguras, e que não venham de algum blog ou má tradução de outros.

    Não duvido que logo postarás como vacinas causam autismo também.

    Pífio post.

    Se isto tudo fosse verdade, com certeza estaríamos mortos ou doentes após ingestão de tais ‘alimentos das megacorporações lucrativas de alimentos que não pensam nos clientes e que podem matar pessoas e arcar com processos’.

    Ah vá, campeão.

  5. Indignado

    Nãaaaooo, por favor não!!! Injeções de hormônios, creeeedeus, espero que as pessoas não acreditem nessa lenda rural, acreditar nisto é o mesmo que acreditar que gomas de mascar são feitas de couro de sapo. Tudo bem que alguns sistemas de criação não levam muito em conta o bem estar animal, mas “INJEÇÃO DE HORMÔNIOS” ……….. Tá loco.


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