Call of Duty: Black Ops 2 – O que sabemos?

Call of Duty: Black Ops 2 – O que sabemos?

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Call of Duty: Black Ops 2 – O que sabemos?

Call of Duty: Black Ops 2 terá uma narrativa emersiva que irá se passar em dois cenários bastante diferentes: passado e presente (futuro). Por um lado, a grande maioria da ação ocorrerá num futuro não muito distante, ao passo que algumas missões serão passadas nos anos 80.

O destaque vai claramente para este “presente”, uma vez que é a primeira vez que a série transita para este espaço temporal. Para ser mais preciso, a ação irá desenrolar-se no ano de 2025, altura em que os humanos não serão os nossos únicos inimigos e, como foi possível ver pelo trailer lançado, existem todo um número de veículos que ainda estão longe de serem uma realidade no nosso “presente”.

Esta passagem para um futuro próximo trará novas armas – algumas familiares e outras nem tanto. No fundo, dá para perceber que a Treyarch não quis se distanciar muito da nossa realidade nem tornar o novo Call of Duty num jogo exclusivamente futurista, cheio de hologramas, armas laser e tecnologia à lá Mass Effect.

Iremos voltar a ver caras conhecidas, embora uma delas tenha envelhecido bastante. Estou a falar de Frank Woods, um dos protagonistas do primeiro jogo e, ao que parece, do segundo. Será ele que irá recordar os vários acontecimentos do presente (futuro) e do passado, enquanto nós iremos jogar com a dupla Manson: Alex Manson (o pai) será o herói das missões no passado e David Manson (filho) será os nossos olhos do futuro.

Mas existem muitas outras novidades relacionadas com a campanha de Black Ops 2. Neste novo jogo da Treyarch, o jogador poderá dar pequenas ordens com o d-pad e fazer escolhas que determinarão o nosso destino e o dos companheiros. A nossa escolha irá afetar o desfecho do jogo, bem como aumentar a longevidade do mesmo. A ideia da Treyarch é simples: repetir várias vezes a campanha, para que vocês possam ver os vários acontecimentos.

Uma das grandes surpresas do jogo reside no fato deste possuir várias missões onde o estilo predominante é o RTS. Por outras palavras, em determinados momentos da campanha irá ser-nos dada várias opções de missões, onde iremos ter o papel de estrategista. Nestas missões iremos dar ordens em tempo real às nossas equipes Black Ops, com a particularidade de podermos alternar e fazer parte do jogo. Ou seja, não só iremos comandar as nossas tropas, como poderemos fazer parte da ação, conferindo-lhe uma vertente nova ao jogo.

Quanto ao departamento gráfico, o motor de jogo será o mesmo que temos visto nos diversos jogos do Call of Duty, embora este esteja melhorado. Ao que parece, e segundo os senhores do CVG, o nível de detalhe de dois mapas multijogador apresentados conseguem “envergonhar” os mapas do Black Ops original. Mas mais do que gráficos, esta versão melhorada parece vir preparada para aguentar bem mais do que os anteriores, uma vez que a Treyarch deu a entender que o modo zombies, por exemplo, poderá suportar o dobro de zombies no ecrã, assim como um máximo de oito jogadores em simultâneo.

A componente multijogador ainda está em sigilo, mas tudo indica que Black Ops 2 virá devidamente preparado para as exigências dos torneios típicos do eSports e da competitividade no geral. Ao que parece a equipe ficou bastante fascinada com o fenômeno vem crescendo a cada dia, o que fez com que essas modificações tenham uma grande importância no jogo.

Como seria de esperar, podem contar com um componente social bastante desenvolvido – quem sabe uma nova versão do Call of Duty Elite – já que a equipe quer que as experiências sejam partilhadas por todos e que a comunidade se desenvolva ainda mais. A Treyarch está confiante que, através da junção de todos estes fatores, irão conseguir dar aos jogadores a maior e melhor experiência offline e online.

Via Mygames

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